Se no seu trabalho enquanto designer de moda o processo criativo de DIANA toca mais o cor-de-rosa, à noite, para se divertir, tem que o fazer em tons de negro.
Natural do Porto, foi a dançar nas pistas desta cidade que se salvou. Nos decks, partilha música que vem do coração — meio punk, pós-electro-tecno — em ritmos que não são nada lentos.
Apaixonada por música, procura que as suas seleções tenham sempre algo de surpreendente, com uma envolvência festiva que grita por urgência. São DJ sets para purgar.